A missão do International Children’s Digital Library Foundation (ICDL Foundation) é apoiar as crianças do mundo em se tornarem membros efetivos da comunidade global e que apresentem tolerância e respeito pelas diferentes culturas, línguas e idéias.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
USP negociará com revistas científicas acesso aberto às suas pesquisas.
Artigos que descrevem os estudos dos cientistas da Universidade de São Paulo serão publicados em biblioteca digital.
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) que publicam artigos em revistas científicas devem passar a negociar com as editoras contratos que permitam que o material fique disponível gratuitamente em uma página da instituição. Hoje, muitas vezes instituições públicas financiam pesquisas e, quando os resultados são publicados, as próprias universidades têm de pagar para acessá-los.
A determinação do reitor João Grandino Rodas foi oficializada com a resolução n.º 6.444, publicada em 22 de outubro. As pesquisas serão publicadas na Biblioteca Digital da Produção Intelectual da USP (BDPI), recém-inaugurada (www.producao.usp.br). A iniciativa faz parte de um movimento global pelo acesso aberto à ciência. Unesp e Unicamp planejam estratégia semelhante e outras, como a Universidade de Brasília (UnB) e as federais de Santa Catarina (UFSC) e do Rio Grande do Sul (UFRGS), já têm seus repositórios, como são chamadas essas bibliotecas online.
Segundo a diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP (Sibi), Sueli Mara Soares Pinto Ferreira, a decisão já vinha sendo discutida havia alguns anos. "Dessa forma, a USP dá um retorno maior, trazendo para a sociedade o que ela investiu e, ao mesmo tempo, aumentando a visibilidade do que é produzido."
Tudo o que é publicado na nova biblioteca digital, que já tem 30 mil registros, aparece no Google Acadêmico. "Quanto maior a presença na internet, maior a visibilidade da universidade e sua posição nos rankings. Com tanta tecnologia, há rankings que medem a presença dos estudos nas redes sociais, por exemplo", diz Sueli. Entra na BDPI toda a produção acadêmica, exceto teses e dissertações, que já vinham sendo publicadas em acesso aberto em teses.usp.br.
O Instituto Brasileiro de Informação de Ciência e Tecnologia (IBICT) tem projeto para fornecer kits tecnológicos para universidades desenvolverem suas bibliotecas digitais. A USP foi uma das contempladas. Em três anos, foram implementados 39 repositórios institucionais. "Nossa ideia é estender essa ação para todas as universidades brasileiras", diz Bianca Amaro, coordenadora do Laboratório de Tecnologia da Informação do IBICT.
Unesp e Unicamp começam o processo de abrir o acesso às suas pesquisas em projeto com a USP e com a Fapesp. A meta é que a publicação comece em 2014. "Temos responsabilidade de liderar esse movimento no Brasil", diz o pró-reitor de Pesquisa da Unicamp, Ronaldo Aloise Pilli. "Pretendemos que gradativamente essa cultura se implemente e, quando o pesquisador for escolher uma revista, a recomendação seria optar por aquela que permita o acesso aberto."Pilli pondera que os cientistas não deixarão de publicar em revistas importantes, caso não deem acesso aberto, "para que algo maior não seja sacrificado".
Segundo Flávia Maria Bastos, coordenadora-geral das bibliotecas da Unesp, a instituição já começou o levantamento dos trabalhos científicos produzidos a partir de 2010 para a publicação em livre acesso. Ela observa que, na situação atual, "a universidade não tem direito de armazenar sua própria produção científica e depende da autorização das editoras para dar visibilidade à sua produção".
A pesquisadora Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), observa que a pressão pelo acesso livre não deve ser feita por pesquisadores isolados, mas por grandes representações, como a própria SBPC e sua similar americana, a American Association for the Advancement of Science (AAAS). Ela destaca que, no Brasil, o acesso às publicações internacionais já é privilegiado, graças à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que há 12 anos assina e libera as principais revistas científicas para os programas de pós-graduação.
Fonte: Jornal Estadão de 05/01/13
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Livros grátis para Kindle, Tablets e Smartphones.
A lista de livros disponíveis gratuitamente está em constante mudança e novos livros são sempre adicionados, enquanto outros são retirados. Diversos clássicos de autores como Jane Austen, Tolstoy, Oscar Wilde e Jonathan Swift estão disponíveis. Você pode procurar pelas obras utilizando o título, palavras-chave, o gênero ou pela opção de busca na lista de livros mais recentes.
Além de aproveitar todos os benefícios da leitura e a praticidade de um e-book, você também poderá treinar sua proficiência em inglês, já que todos os livros oferecidos são nesse idioma.
É importante atentar para outro detalhe, especificado nas instruções do site. Como a maioria dos livros é oferecida gratuitamente na Amazon dos Estados Unidos, você deverá utilizar o endereço do site amazon.com (com domínio norte-americano) para conseguir os livros.
Para aqueles que não possuem o aparelho, é possível baixar o aplicativo da plataforma em smartphones como iPhone, iPod, Android, Windows Phone 7 e BlackBerry, em sistemas operacionais como Mac, Windows 8, Windows 7, XP e Vista e também nos tablets iPad, Android Tablet e Windows 8. Além disso, é possível ler os livros no seu navegador de internet, no Kindle Cloud Reader.
Mídias como o Kindle oferecem uma plataforma diferenciada de outros aparelhos já que são projetadas especificamente para a leitura, utilizando a tecnologia de tinta eletrônica ou papel eletrônico, sem iluminação e até mesmo com certa textura diferenciada.
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Fonte: Universia.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Google mostra o que o mundo pesquisou em 2012.
Seguindo a tradição, o Google liberou o Zeitgeist de 2012, um resumo do que foi mais procurado no buscador ao longo do ano e ao redor do mundo inteiro. Ao todo, segundo o Google, foram feitas mais de 1,2 trilhão de pesquisas em 146 idiomas diferentes. E elas foram bastante focadas em músicas.
No topo da lista de termos mais pesquisados no mundo está o nome de Whitney Houston, cantora americana que faleceu em fevereiro desse ano. Em segundo lugar está Gangnam Style, vídeo do cantor sul-coreano Psy que se tornou o clipe mais visualizado do mundo. E em terceiro, Hurricane Sandy, uma tempestade que atingiu os EUA e causou muita destruição.
Na busca de imagens, pouca surpresa: o grupo One Direction foi o item mais pesquisado, seguido da cantora Selena Gomes e do iPhone 5. Nos filmes mais buscados, The Hunger Games, Skyfall e Prometheus ficaram no top 3.
Veja a lista completa nesse link.
Como não podia deixar de ser, a gigante da web liberou um vídeo mostrando os principais assuntos.
Brasil, mostra tua Face
O Google também separou os itens mais pesquisados de acordo com o país do usuário que fez a pesquisa. Aqui no Brasil o termo mais pesquisado do ano de 2012 foi o vergonhoso “Face”, provando que nós temos uma preguiça enorme de completar palavras com mais de 4 letras. Mas fazer o quê, né?
Já em músicas, Gangnam Style foi o termo mais procurado por brasileiros, seguido de Camaro Amarelo e Someone Like You. Nos programas de TV, nenhuma surpresa: BBB12, Avenida Brasil e Fina Estampa ocupam as três primeiras posições, nessa ordem. Nos times esportivos, Flamengo foi o termo mais procurado, seguido de Corinthians e Palmeiras.
Veja o Zeitgeist completo para o Brasil nesse link.
Fonte: Tecnoblog.
Revista Leitura: Teoria e Prática.
A revista “Leitura: teoria & prática” agora, com o v. 30, n. 58, está disponível na internet, permitindo o acesso ao texto completo dos artigos.
Você pode acessar o conteúdo aqui.
Fonte: Biblioteca do Bibliotecário.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Biblioteca Central comemora 50 anos.
A Biblioteca Central (BC) da Universidade Federal do Pará (UFPA) comemorou meio século de existência nesta quarta-feira, 19. A unidade é um marco na história da Universidade e, atualmente, consolida-se como um espaço que contém um dos maiores acervos bibliográficos do Norte. Referência regional e nacional na área de bibliotecas universitárias, a BC sempre procurou aliar eficiência e modernidade na sua trajetória.
Em uma sessão discreta, a BC foi homenageada com a presença do reitor Carlos Maneschy, dos pró-reitores Emmanuel Tourinho (Propesp) e Edson Ortiz (Proad), da diretora da Biblioteca Central, Graça Pena, e de convidados especiais, como professor Alcyr Meira, autor do projeto do prédio que abriga a BC. Foram lembrados, ainda, nomes importantes que passaram pela Instituição: João Paulo Mendes, Arnaldo Correa Prado Junior, Benedito Nunes, Clodoaldo Beckmann, José Maria Sales, Armando Mendes. Professores do curso de Biblioteconomia e bibliotecários aposentados. A solenidade também contou com a presença da comunidade universitária, de professores, técnicos e discentes.
Em pronunciamento, o reitor lembrou que a ocasião deve celebrar a passagem de muitos que contribuíram para o engrandecimento da BC nesses 50 anos e lembrar que os que fazem parte do momento atual da Biblioteca, a partir do que já foi feito , devem pensar em um trabalho efetivo que desenvolva as potencialidades do espaço para as próximas gerações. “A história da Biblioteca Central se confunde com a própria história da UFPA. Hoje, essa unidade faz parte desse contexto em que as novas tecnologias da informação são instrumentos fundamentais para a produção e difusão do conhecimento”, ressalta.
Aperfeiçoamento dos serviços - Na ocasião, foi apresentado o novo site da BC com os serviços e produtos, com destaque para o Repositório Institucional (RI); a coleção de e-bookcom 80 mil títulos disponíveis; o sistema de geração de ficha catalográfica online e o Manual de Normalização de Publicações Acadêmicas. Os RIs são serviços de informação científica que servem para armazenar, preservar, organizar e disseminar, amplamente, os resultados de estudos de instituições de ensino e pesquisa, utilizando programas de computador. “O RIUFPA ocupa o 8º lugar no ranking nacional de repositórios”, comenta Graça. O novo sítio com designmoderno e dinâmico logo estará disponível para os usuários.
História – A BC foi fundada em 1962, e o primeiro diretor foi o professor doutor Clodoaldo Beckmann. A unidade funcionou provisoriamente, até 1972, em espaço fora da Universidade. Com o Campus Universitário levantado e consolidado, em 1972, a unidade foi transferida para o Campus Universitário, no bairro Guamá, estabelecendo-se no seu prédio definitivo. O espaço só recebeu o nome oficial de Biblioteca Central no dia 14 de fevereiro de 1975.
Atualmente, a Biblioteca Central é coordenadora do Sistema de Bibliotecas (SIBI) da UFPA, composto por 33 bibliotecas que atendem aos institutos, aos núcleos, às unidades acadêmicas especiais (hospitais e Escola de Aplicação) e aos campi do interior. A Biblioteca Central realiza, em média, 2.500 atendimentos diários. Quando se trata de inovação, tem sido pioneira na Região Norte ao implantar recursos modernos como o Software Pergamume o sistema eletromagnético antifurto de acervo.
Para Graça Pena, a importância da Biblioteca Central é inegável. “Não existe uma universidade sem bibliotecas acadêmicas, elas têm a missão de prover e distribuir a informação, de complementar a formação profissional e dar apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão, e muito mais”, avalia.
Texto: Vitor Barros – Assessoria de Comunicação da UFPA
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Cresce número de adeptos dos leitores de livros digitais.
Do G1 MA, com informações da TV Mirante
Leitores citam as facilidades na hora de decidir pelos ebooks.
Mas adeptos de livros convencionais não abandonam a antiga paixão.
Com o avanço tecnológico, muitos leitores trocaram os livros tradicionais pelos e-books, os livros eletrônicos. Muitos títulos ainda não estão disponíveis na internet, mas os adeptos dessa modalidade de leitura garantem que é bem mais prático do que manter e cuidar de uma biblioteca inteira. Já aqueles que mantêm o hábito da leitura nos livros convencionais, que gostam de folhear, garantem que o velho livro de papel é insubstituível.
A biblioteca particular do escritor Jomar Moraes tem mais de 30 mil títulos. São livros de história, direito, ficção, biografias e literatura. Entre eles o primeiro exemplar dos Anais Históricos do Maranhão, de 1749. Apaixonado pelas histórias contadas nas folhas já amareladas, ele acredita que os livros de papel têm um charme especial.
“Acho encantador, sem prejuízo ou demérito para as novas tecnologias. Muitas vezes deixei de comprar uma camisa, um bem, para comprara um livro”, disse o escritor.
Na biblioteca particular o notebook é colocado de lado. Ajuda apenas na hora de catalogar os livros. Mas a forma do brasileiro ler está mudando. Como em todos os setores, o avanço tecnológico chegou também à literatura. De uns tempos pra cá, os livros de papel vem sendo substituídos por edições digitais, também conhecidas como ebooks. Uma forma mais econômica e prática, que a cada dia vem conquistando novos leitores. Guilherme é um bom exemplo disso.
Mesmo em meio a tantos exemplares, o professor de história prefere a leitura dos livros no tablet. A cópia virtual de um exemplar, que pode custar até trinta reais na livraria, é encontrada por até R$ 3. Mas a praticidade de reunir diversos títulos em um único aparelho, é a principal vantagem das edições virtuais.
“Em viagens só preciso levar o aparelho, que tem mais de 60 títulos. E se vc vai estudar fora, fazer um curso, uma viagem, basta levar o aparelho. Por isso acho que a praticidade é fundamental para o leitor digital, explicou o professos Guilherme Santana.
Mas tanto o professor, quando o escritor, veem nos livros virtuais um instrumento facilitador para o acesso, cada vez mais cedo, à leitura. “Eu acredito que o ebook é uma solução não só para a praticidade, como também para o hiperlink, que é uma proposta da internet. Você tem a possibilidade de acessar vários autores, várias ideias de forma imediata. Ele diminui as fronteiras”, disse Santana. “Acho que nada vai matar o livro. São formas interativas. Concorrentes, mas interativas, sobretudo para as novas gerações”, concluiu o escritor.
Para ler mais notícias do Maranhão, clique em g1.globo.com/ma. Siga também o G1 Maranhão no Twitter e por RSS.
(Via G1)
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