quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Principais universidades argentinas disponibilizam acervo para consulta online.

Faculdades e centros de pesquisa do país vizinho reúnem grande parte dos seus acervos digitalizados em mídias de vários formatos. Produzidos por diversas unidades acadêmicas, são documentos que atendem a diferentes áreas do saber.

O banco de dados da tradicional Universidade Nacional de Córdoba, por exemplo, oferece uma grande diversidade de disciplinas. Entre os destaques está uma cátedra interdisciplinar voltada ao estudo da obra do escritor José Saramago. Abrigada na faculdade de Filosofia e Humanidades, tem por objetivo estudar a dimensão ético-política na obra do autor, além de pesquisar fatos e procedimentos interpretativos de seu legado.

Além disso, o internauta tem acesso a coleções e livros digitais, periódicos, memorandos, teses e artigos, incluindo, por exemplo, publicações do museu de antropologia, do centro de documentação e preservação audiovisual e do centro de estudos superiores de filosofia da ciência e educação

Para educadores, um dos bancos de dados mais relevante é a Memória Acadêmica da Faculdade de Humanidades e Ciências da Educação do Servicio de Difusión de La Creación Intelectual, da Universidade Nacional de La Plata. Nele estão documentos gerados por alunos, como teses e dissertações, por professores, como seminários e apresentações em congressos, além dos planos de estudo em carreiras de graduação e pós, divulgados pelos seus respectivos departamentos.

Outra fonte de pesquisa é a biblioteca digital da Universidade Nacional de Rosário, cidade situada na província de Santa Fé, ao norte do país. A universidade conta com centros de estudo voltados a investigações acadêmicas específicas, como “antropologia em contextos urbanos”, “estudos para o desenvolvimento”, “documentação educativa”, “produção fotográfica atual”, entre outros.

Bibliotech, a biblioteca sem livros.

Por Vinicius Felix.

Primeira biblioteca pública só com livros digitais nos EUA lembrará uma Apple Store.




SÃO PAULO – Uma biblioteca pública totalmente digitalizada, sem nenhum livro físico. Essa ideia será colocada em prática pela primeira vez em breve nos Estados Unidos, no condado de Bexar, no Texas.

Nelson Wolff, juiz responsável pela ideia, declarou ao site My San Antonio que a biblioteca planejada terá a aparência de uma loja da Apple.

A ideia deve se concretizar no segundo semestre. A intenção, de acordo com Wolff, não é substituir as bibliotecas tradicionais, mas criar um suporte a elas e atender locais carentes de livros na cidade.

A biblioteca digitalizada, chamada BiblioTech, deverá ter diversas unidades pela cidade, aproveitando prédios que já são propriedade da prefeitura. A primeira unidade terá investimento inicial de US$ 25 mil para um catálogo de 10 mil livros e cerca de 100 e-readers para empréstimo.

Ainda segundo o My San Antonio, não é a primeira que vez que tentam realizar uma biblioteca sem livros físicos nos EUA. Na Califórnia, o projeto foi abandonado sob protestos. Já no Arizona, a biblioteca durou cinco anos sem livros, mas eles acabaram sendo acrescentados posteriormente por exigência dos frequentadores.

Fonte: Blog Estadão.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação - Ano 2013.



Já está disponível a edição número 1, volume 11, ano 2013, da Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Para ter acesso ao conteúdo, clique aqui.

Portal de Periódicos da Capes lançou o acesso aos ebooks em português da editora Elsevier.

Clique aqui para acessar os ebooks.

Os ebooks estão distribuídos nas seguintes áreas do conhecimento: Agricultura e Ciências Biológicas, Bioquímica, Genética e Biologia Molecular, Ciência da Computação, Ciência da Terra e Planetária, Ciência dos Materiais, Ciências Farmacêuticas, Física e Astronomia, Imunologia e Microbiologia, Matemática, Medicina e Odontologia, Neurociência, Psicologia, Química, Veterinária. Dispõe também de enciclopédias, livros texto e livros em português.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Desafio 2013: organização digital.

Onde estará aquele PDF que, no semestre passado, você salvou para ler ‘depois’?
Infinitos arquivos, múltiplas pastas, tranqueiras mil. Sejamos francos: a vida digital pode facilmente se tornar um irresoluto caos.

O fato é que, mesmo sufocados pela avalanche informacional que nos cerca, somos constantemente engolidos pelos sedutores mares da web. E o resultado não poderia ser outro: dezenas ou mesmo centenas de arquivos espalhados pelo disco rígido.
Esse é um drama comum para os usuários da rede. E os cientistas não estão isentos desse tumulto organizacional. Pensando nisso, um time de desenvolvedores bolou um aplicativo, específico para acadêmicos, que promete botar ordem na casa. Trata-se do



A ideia é tão simples quanto interessante: o programa rastreia seu disco rígido e traz à tona todos os PDFs que você guarda. Uma vez encontrados, eles são automaticamente dispostos em um sistema único de visualização – otimizando a leitura e proporcionando, em uma interface agradável, um panorama geral dos arquivos.

O grande lance – e agora, sim, temos um atributo de notável apelo – é que o ReadCube foi desenhado especificamente para a leitura de artigos científicos. Isso significa que ele reconhece automaticamente um paper – desde que ele esteja indexado nas bases de dados integradas ao aplicativo – e, em poucos segundos, é capaz de localizar o periódico ou o repositório a que cada documento pertence.
E mais: as referências bibliográficas de seu velho e bom PDF ganharão vida. O aplicativo as identifica e, como num passe de mágica, as transforma em hyperlinks. Assim, o leitor poderá, sem enveredar pelas distrações típicas do mundo virtual, surfar pelos diferentes artigos científicos que embasam a referida publicação.

Exatamente por isso os desenvolvedores definem o ReadCube como um “reference manager”, isto é, um “gerenciador de referências”.

Mas suas funções vão além: caixas de comentário e simulação de caneta marca-texto podem ser ferramentas úteis para conduzir a leitura da maneira mais proveitosa possível.

Para saber mais leia na íntegra o artigo da Ciência Hoje.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Acervo digital do Museu de Imigração.

O acervo digital do Museu da Imigração do Estado de São Paulo é um baú de preciosidades. São mais de 250 mil imagens digitalizadas que revelam a história da imigração no Estado de São Paulo e no Brasil. Estão disponíveis também as listas de bordo dos navios de imigrantes que ancoraram no Porto de Santos entre 1888 e 1973.

Um banco de dados online integra o acervo digital do museu e documentos pertencentes ao Arquivo Público do Estado de São Paulo. São mais de 247 mil páginas para consulta e download gratuito. Há documentos como listas com os nomes dos imigrantes embarcados, principalmente em portos europeus, com desembarque previsto no Porto de Santos.

Pesquisadores, estudantes, descendentes de imigrantes e demais interessados podem consultar o acervo no site do Museu da Imigração. A busca pode ser feita por critérios como o nome do navio, um determinado intervalo de anos ou a data precisa do desembarque em Santos. A ferramenta de pesquisa possibilita buscas específicas entre as categorias do acervo.

Dentre os materiais disponíveis estão jornais, cartas de chamada, listas de bordo, cartografias, registros de matrículas, registros de despesas de transportes e um banco de imagens.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Que tal ler mais rápido?

Diferente do que muita gente pensa,

· A leitura não é linear
· A verdadeira leitura não é feita palavra por palavra
· A leitura pode ser rápida e divertida – quanto mais rápida, mais excitante
· As técnicas de leitura rápida aumentam a compreensão

Preparando-se para a leitura

Primeiro passo: Livre-se de qualquer coisa que te distraia – àqueles que gostam de ouvir música enquanto estudam, podem ouvir, mas essa é a maneira errada. Você pode gostar mais, mas não terá melhor rendimento. Qualquer coisa que possa ocupar sua mente diminuirá sua concentração – mesmo ocupando sua mente em background.

Segundo passo: Pergunte-se: Qual é meu propósito? Por que você está lendo? É um clássico ou ficção? Está estudando e precisa estar por dentro do assunto? Fará alguma prova ou teste? Ou está apenas pesquisando algo para ter novas idéias? Ou precisa escrever um review? Antes de abrir o livro, analise o propósito da leitura. Isso determinará como será sua leitura.

Terceiro passo: Faça uma pré-leitura de aproximadamente 10 minutos. Tente ler dessa maneira, caso nunca tenha o feito. Veja o livro inteiro, página por página, todos os sumários, diagramas e todas os títulos de sessões. Você encontrará um capítulo-chave. Alguns escritores dizem (em off, claro) “Um livro é simplesmente um ótimo capítulo com uma dúzia de outros capítulos para encher”. Se for o caso, encontre esse capítulo!

Quarto passo: Leia o capítulo-chave. Comece usando as técnicas de leitura rápida mencionadas abaixo para ler o esse capítulo. Você não é obrigado a esperar ler todos os capítulos antes desse. É como comer a cobertura antes do sorvete. Leia-o e entenda a idéia principal antes de começar!

Técnicas de leitura rápida
1. Aumente sua velocidade de leitura a um nível confortável
2. Veja o livro como minérios, e não somente como ouro
3. Não fale as palavras, mesmo que em voz baixa – simplesmente leia-as
4. Acompanhe o texto com seu dedo
5. Não fique relendo palavras que passaram despercebidas – trate o livro como um filme
6. Use sua visão periférica
7. Aprenda a ler as palavras-chave (40 a 60% das palavras de uma páginas não são críticas nem importantes)
8. Faça uma leitura contínua, com no máximo 3 a 4 ‘paradas’ em cada linha
9. Faça pausas durante a leitura. Estipule metas (100 páginas em 1 hora, por exemplo) e recompense-se caso atinja-as
10. Determine um tempo para a leitura total. Crie metas cada vez mais altas, para aumentar sua velocidade