quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Ler livros causa ações involuntarias no cérebro, mostra estudo.

O que faz um livro ser emocionante para o seu cérebro? Pesquisa britânica revela quer ler obras literárias causa ações involuntárias no cérebro.

Crédito: Shutterstock.com
"Em outras palavras, um livro é emocionante quando trabalha com os diversos sentidos do leitor."

Quando você executa qualquer movimento motor, como soprar uma vela, segurar um garfo ou bater uma bola, acaba ativando uma área específica do córtex cerebral associada com a execução de ações voluntárias. Surpreendentemente, utilizando os recursos da neuroimagem, pesquisadores daUniversidade de Cambridge, no Reino Unido, descobriram que essa parte do cérebro também é ativada quando uma pessoa escuta ou tranquilamente lê um romance.

A pesquisa apontou que essas áreas entram em funcionamento quando certos verbos referem-se a movimentos como por exemplo, fumar, jogar e pular. Em outras palavras, um livro é emocionante quandotrabalha com os diversos sentidos do leitor.

Os resultados foram publicados na revista Neuron, e pode servir como uma dica interessante para os escritores que desejam fazer um romance que traga muita emoção.

Propesp e Fadesp lançam edital para apoiar publicações.

Apoiar a publicação de artigos científicos nas melhores revistas de circulação internacional é o objetivo do Programa de Apoio à Publicação Qualificada (PAPQ), mantido pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Prodesp) e pela Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp). O edital 2013 do PAPQ foi lançado nesta quinta-feira, 28, e está disponível aqui.

Com os recursos do PAPQ, pesquisadores da UFPA (discentes, docentes e técnicos) podem cobrir despesas relacionadas à publicação de artigos científicos em revistas estrangeiras, incluindo taxas de publicação, tradução, revisão e confecção de figuras. As solicitações são atendidas por fluxo contínuo e devem ser encaminhadas à Diretoria de Pesquisa da Propesp.

Impacto - Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, professor Emmanuel Tourinho, divulgar os resultados das investigações nas melhores revistas científicas é essencial para os grupos de pesquisa. “A publicação em revistas internacionais de maior reconhecimento e impacto garante ao pesquisador o diálogo com uma comunidade científica mais ampla e qualificada, gerando muitos resultados positivos no médio prazo.” Os programas de pós-graduação também são favorecidos por essas publicações, pois esse dado pesa fortemente na sua avaliação. “Com o PAPQ, garantimos ao pesquisador o suporte financeiro para a publicação nas boas revistas, de modo que sua dedicação à pesquisa fica valorizada, ao mesmo tempo que contribui para o fortalecimento da pós-graduação”, acrescenta o pró-reitor.

Este ano, os recursos disponibilizados por meio do edital do PAPQ chegam a cento e oitenta mil reais, quase o dobro do previsto no ano anterior. “Aumentamos a destinação de recursos ao PAPQ porque o programa vem gerando o resultado esperado e contribuindo de modo efetivo para o avanço da pesquisa na UFPA. A cada ano, um número maior de pesquisadores busca esse apoio”, destaca o diretor executivo da Fadesp, professor Sinfrônio Brito.

Crescimento - Em 2012, 99 artigos científicos foram submetidos para publicação com o apoio do PAPQ. Para 2013, a expectativa é que essa demanda aumente substancialmente. “Estamos vivendo um bom momento da pesquisa científica e tecnológica na UFPA, com resultados cada vez mais expressivos. Nossos pesquisadores mostram-se cada vez mais motivados para dar visibilidade a seus trabalhos e para buscar novas colaborações no País e no exterior. Com a parceria da Fadesp, tem sido possível à Propesp estimular e apoiar essas iniciativas, a exemplo do que fazemos com o PAPQ”, completa o professor Emmanuel Tourinho.

Texto: Divulgação / Propesp
Foto: Reprodução / Google

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Leitura e literatura na era da internet.

Daniel Cassany & Consuelo Allué

Os dispositivos digitais nutrem, enriquecem e complementam a leitura em papel e livro que tivemos até agora. A internet oferece mais estímulos para ler e para desfrutar da literatura.
 
É comum observarmos rostos angustiados em nossas plateias de professores, bibliotecários, docentes e pedagogos quando surge o tema dos suportes digitais (celulares, tablets, e-books, iPads, smartphones, etc.). Os olhos expressam preocupação e tristeza, dando a entender algo como: “Que azar eu tive! Gosto tanto dos livros… e agora me privam deles. O que vai acontecer com a literatura?”.

Na verdade, não vai acontecer nada… Ou vai acontecer muito menos do que imaginamos. Continuaremos lendo literatura como antes, inclusive de modo mais divertido, diferente, criativo e variado. Neste artigo, apresentamos algumas ideias a esse respeito, destacando as novidades trazidas pelo meio digital e sugerindo o que permanecerá igual, o que mudará e as possibilidades que se abrem à nossa volta.

O vinho e as garrafas
Vamos continuar lendo todo tipo de literatura, de elite ou de massa, importante e reconhecida ou mais popular e de consumo, para crianças e jovens ou para adultos. Isso não vai mudar com a substituição dos livros de papel pelos dispositivos digitais.

As crianças continuarão lendo os títulos de suas coleções preferidas de literatura infanto-juvenil, como A ilha do tesouro ou A fábrica de chocolate, a série Harry Potter ou Crepúsculo, O senhor dos anéis, textos de Poe ou Lovecraft, Memórias de Idhún, de Laura Gallego, Frankenstein e Drácula, assim como qualquer outra obra ou série fantástica, de aventuras e outros gêneros que as mídias ou as redes sociais elevem à fama.

Nada indica que essa prática leitora mudará muito com o advento dos dispositivos digitais. Continuaremos lendo o mesmo Lazarillo de Tormes, Celestina ou O livro de bom amor, A Ilíada, A Odisseia, As mil e uma noites e Dom Quixote em nossa tela multicolorida conectada à rede ou em nosso iBook com tinta eletrônica. Poderemos ler inclusive em nosso telefone — se tivermos visão suficiente e paciência para mover os olhos e os dedos em uma superfície tão reduzida. Poderemos comprar esses textos de nossa casa apenas com alguns cliques e em poucos minutos, pagando com cartão de crédito e importando o texto para nossa nuvem ou biblioteca digital.

Está claro que o cânone literário castelhano ou português — assim como o de qualquer outra língua — permanecerá o mesmo. Nossos autores de cabeceira continuarão publicando suas obras em versão digital e em papel para que cada um leia como quiser. Se a pirataria, o streaming musical (Spotify) ou os sites de vendas on-line (como iTunes e Amazon) não acabaram com os músicos, a criação literária tampouco diminuirá ou se perderá com a chegada dos dispositivos digitais.

Na verdade, a oferta de leitura aumenta com a internet, pois é possível comprar e ler qualquer livro on-line, ou saber em que biblioteca há exemplares físicos de determinada obra, ou ainda averiguar os dados de qualquer volume — o que antes era impossível. A rede inclusive incrementou o consumo de literatura em papel. Enfim, não devemos confundir as garrafas com o vinho. A internet trouxe novos recipientes, novos sistemas de produção e distribuição (mais rápidos e eficazes), que nos permitem tomar vinho e saboreá-lo de novas maneiras, o mesmo vinho de antes ou outros que não conhecíamos... E, com esses novos recipientes, podemos usufruí-lo de outras maneiras. A leitura literária enriquece, diversifica-se, complexifica-se.

O que muda?
É evidente que não se bebe do mesmo modo em uma taça, um copo, uma garrafa ou um odre. Por isso, devemos analisar o que muda na leitura pelo fato de utilizar dispositivos digitais. Não é o propósito deste artigo recompilar toda a oferta tecnológica que temos hoje ao nosso alcance: ao enfatizar o recipiente ou continente, perdemos de vista que o mais importante é o vinho. Destacamos apenas algumas mudanças e possibilidades.

1. Navegar na obra
Um leitor digital permite:
  • aumentar ou reduzir o tamanho e o contraste da letra na tela, conforme nossa acuidade visual, o período do dia, a orientação da luz;
  • dispor a página na vertical ou na horizontal;
  • reordenar o texto e recalcular o número de páginas da obra a partir do tamanho de letra e do formato escolhidos;
  • mover-se interativamente no texto, saltando de uma citação à bibliografia ou às notas de rodapé, e inclusive interromper a leitura e voltar a ela na página em que se parou;
  • marcar com cores diferentes e preestabelecidas qualquer fragmento de texto e atribuir-lhe uma categoria (frases importantes, erros de linguagem, má tradução, palavras desconhecidas);
  • escrever anotações ou comentários sobre o texto, guardá-los ou enviá-los a alguma conta de correio eletrônico ou telefone;
  • fazer buscas por palavras ou expressões e navegar por todos os fragmentos assinalados ou comentários realizados.
São injustificadas as críticas que se costuma fazer aos dispositivos digitais de que eles não permitem sublinhar, tomar notas, pôr sinais e pontos ou utilizar o livro em diferentes ambientes (trabalho, praia, campo, deslocamentos, etc.). Eles igualaram e superaram as práticas de anotação com papel e lápis: o problema é que estamos acostumados a certos hábitos e preferimos mantê-los, o que é certamente legítimo e respeitável.

2. Consultar dados linguísticos, artísticos ou culturais
Se nosso dispositivo está conectado à rede, podemos realizar tarefas como:
  • buscar no dicionário, em uma base de dados terminológica ou em qualquer outro recurso léxico digital o significado ou a tradução para nossa língua materna de um termo que não entendemos;
  • usar um tradutor automático ou outros recursos (analisadores morfossintáticos, corpos de textos etiquetados) para resolver dúvidas gramaticais;
  • consultar algum dado cultural na Wikipedia ou em qualquer outro site informativo de arte, história, etc.;
  • consultar mapas e fotos dos lugares onde se passa o romance ou o poema que estamos lendo;
  • pesquisar críticas, resumos e comentários da obra;
  • consultar fotos e vídeos dos personagens ou fatos mencionados na obra (como trailers de filmes ou trechos de montagens teatrais baseados na obra que estamos lendo, fotos de atores caracterizados para os personagens centrais, fotos das capas de várias edições da obra, fotos e vídeos de festas populares que recriam os fatos da obra, entre outros). Pensemos, por exemplo, em obras populares como La Regenta, Fortunata y Jacinta, Obabakoak, El Quijote ou o Poema de Mío Cid, a respeito das quais foram realizadas séries de televisão, filmes, quadrinhos, versões teatrais, etc.
3. Contatar outros leitores
Vários sites (editoras, instituições, bibliotecas, etc.) permitem:
  • contatar on-line outros leitores de uma mesma obra para trocar impressões, recomendar obras ou interagir sobre a leitura;
  • contatar outros leitores de uma obra e estabelecer diálogos em chats, consultas presenciais e trocas de opiniões em fóruns sincrônicos por meio de programas de bibliotecas e clubes de leitura on-line;
  • optar entre ler a obra de modo “aberto” ou on-line ou de modo “fechado” ou out-line, podendo compartilhar ou não nosso processo leitor com outros leitores conectados;
  • sublinhar uma frase ou inserir um comentário (alguns dispositivos podem também nos avisar que outras pessoas realizaram ações parecidas no mesmo ponto da obra, fornecer seus nomes e, inclusive, colocar-nos em contato com elas).
4. Criar fanfic, histórias realistas e sequências
Os sites e fóruns que fomentam a produção de literatura digital vernácula (Harrypotter.cat, fanfic.net, fanfic.es; ver Cassany, 2011) merecem menção à parte. Neles as crianças inventam sequências, prequelas1, paródias e versões alternativas de aventuras novas e velhas, com seus heróis favoritos, sejam originários da literatura, de quadrinhos, do videogame ou do cinema e da televisão. Vale a pena clicar em algum dos links citados e passear por milhares de histórias e de comentários produzidos por jovens de todo o mundo, com recriações muito diversas dos mesmos referentes. É absolutamente fascinante ver a criatividade e a diversidade dessas obras de literatura à margem da lei, que se relacionam com obras da literatura legitimada ou oficial.

As possibilidades didáticas que se abrem aqui, com o aproveitamento dos recursos tecnológicos atuais, são diversas, criativas e até surpreendentes, incluindo:
  • incentivar os alunos a abrir um perfil de Facebook para Calixto, Melibea e Celestina;2
  • ler a obra imaginando que amigos teriam, que notícias colocariam em seu mural, que música ouviriam ou que vídeos vinculariam ao seu perfil;
  • abrir uma conta no Twitter para El Cid Campeador ou para Jorge Manrique, depois de ler suas obras, e imaginar que twits, retwits e hashtags usariam.
Sem dúvida, não acreditamos que esse conjunto amplo e diverso de possibilidades técnicas de acesso ao texto, de consulta de dados complementares ou de criação de materiais complementares à obra básica seja prejudicial para a leitura de literatura. Ao contrário, com esses recursos digitais e sociais, ler literatura é ainda mais divertido. Mas toda rosa tem espinhos…

Nem tudo é perfeito
Algumas vozes mais pessimistas destacam vários inconvenientes da leitura digital. Dizem que a conexão à internet distrai o leitor jovem, que perde o fio do texto para procurar fotos, responder a mensagens, ver vídeos ou ouvir música. Evidentemente, não são tentações novas: o que aumenta a concorrência contra a leitura é a possibilidade de ter acesso a todos esses recursos a qualquer momento e em qualquer lugar.

Argumenta-se também (Carr, 2011) que a prática continuada da leitura on-line — fragmentada, interativa e rápida — tem efeitos em nossos hábitos de leitura. Concretamente, estaríamos perdendo o hábito de ler durante várias horas seguidas um mesmo texto. Pouco a pouco, nossa mente estaria perdendo a capacidade cognitiva daquilo que alguns chamam de “leitura em profundidade”. Nossa mente plástica e versátil estaria acostumando-se ao zaping leitor, ao processamento rápido de fragmentos, à atenção a diferentes modos, em oposição à leitura reflexiva de textos extensos e monologados.

Epílogo
Acreditamos que os dispositivos digitais nutrem, enriquecem e complementam a leitura literária em papel e livro que tivemos até agora. Os artefatos conectados à rede sofisticam as obras literárias e oferecem novas possibilidades de acesso, consulta de dados linguísticos ou culturais, busca de documentação, intercâmbio de opiniões entre leitores, criação pessoal a partir da obra lida, entre outros recursos. A internet oferece mais estímulos para ler e para desfrutar da literatura do que o livro e o papel.

O que a escola deve fazer com todas essas mudanças? Prosseguir com as mesmas políticas de dinamização e formação de leitores das últimas épocas do livro em papel e ampliá-las com a incorporação das propostas apresentadas. Não há por que se angustiar com a chegada dos novos artefatos leitores, sejam eles laptops, celulares ou tablets: à medida que se popularizem, que tenham um preço acessível e que cheguem às salas de aula ou às residências, serão incorporados por nós. O que é essencial — o texto, a compreensão, a interpretação — permanece intacto e, inclusive, rejuvenesce.

NOTAS
  1. Do inglês prequel, obra artística que contém elementos presentes no mesmo universo ficcional ou universo paralelo de uma narrativa prévia completa, mas que ocorrem anteriormente ao que é narrado no primeiro trabalho.
  2. Personagens da obra La Celestina, publicada originalmente em 1499.
     
  • Daniel Cassany é doutor em Letras e Ciências da Educação, especialista em Didática da Língua e professor da Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona (Espanha). daniel.cassany@upf.edu
     
  • Consuelo Allué é doutora em Filologia Hispânica, professora de língua e literatura castelhanas no ensino secundário e na Universidade Pública de Navarra, além de assessora na formação de professores em castelhano e basco. mconsolacion.allue@unavarra.es
     
Crédito da imagem:
Foto de ©iStockphoto.com/alejandrophotography

(Fonte: Revista Pátio).

NASA oferece dois ebooks gratuitos de Astronomia.


A NASA (agência espacial norte-americana) disponibiliza gratuitamente dois ebooks profusamente ilustrados, intitulados Hubble Space Telescope: Discoveries e Webb Space Telescope: Science Guide. Os ebooks estão disponíveis como uma app interativa para iPad, que permite ao leitor operar um modelo do telescópio espacial Hubble, assim como ver animações relacionadas com fenómenos astronómicos. Para quem não dispõe de um iPad, os ebooks estão também disponíveis em pdf, necessariamente sem as funções interativas.

Esta não é a primeira vez que a NASA disponibiliza gratuitamente conteúdos de qualidade: no mês passado lançou o extraordinário Earth as Art, sendo também muito recomendável a sua aplicação para iPad, com mais de 156 000 imagens, as últimas notícias, vídeos e live streaming da NASA TV.

Fonte: lerebooks.

Biblioteca do Congresso dos EUA.

Graças ao avanço tecnológico, parte do acervo da maior biblioteca do mundo está a um clique de distância. Trata-se da Biblioteca do Congresso, a instituição cultural mais antiga dos Estados Unidos, inaugurada em 1800.

A biblioteca, que recebe 1,7 milhão de visitantes por ano, reúne milhões de itens entre livros, gravações em áudio, fotografias, mapas e manuscritos. O acervo inclui materiais em mais de 400 línguas e itens que vão desde um exemplar da bíblia de Gutenberg a registros fotográficos dos Beatles.

Clique na imagem abaixo para explorar o conteúdo digital.

USP lança a Biblioteca Digital da Produção Intelectual da USP.

A Universidade de São Paulo lançou no dia 22 de outubro de 2012 a Biblioteca Digital da Produção Intelectual da Universidade de São Paulo (BDPI), contendo inicialmente mais de 20 mil documentos produzidos por docentes, alunos, servidores e pós-doutorandos da USP, em revistas científicas indexadas pelo SciELO, Web of Science, entre 2008 e 2011.

O objetivo primordial da BDPI é aumentar a visibilidade, acessibilidade e difusão dos resultados da atividade acadêmica e de pesquisa da USP para toda comunidade científica, nacional e internacional, preservando a memória institucional e potencializando o intercâmbio com outras instituições.

Para acesso: http://producao.usp.br.

Leitura Alimenta: projeto adiciona livro à cesta básica.

Intenção do projeto é de criar o hábito da leitura em pessoas que tem acesso restrito a livros.
São Paulo - Com a intenção de criar o hábito da leitura em pessoas que tem acesso restrito a livros, a Livraria da Vila e a Cesta Nobre, com apoio da agência Leo Burnett Tailor Made, lançam o projeto Leitura Alimenta.
A iniciativa convida a população a doar livros novos ou usados, que já foram lidos e hoje estão perdidos em gavetas e prateleiras, para serem incluídos em cestas básicas distribuídas a famílias por todo o país.

Para participar, basta levar seus livros a uma das unidades da Livraria da Vila em São Paulo.

Para quem não quiser se desfazer de sua coleção, também pode colaborar comprando um livro virtual, cuja renda será revertida inteiramente para a compra de livros reais.

Outras informações no site do projeto.

Fonte: Exame.